segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Erika A. V. de Almeida é Maria Padilha em "Maria, Simplesmente Maria"

Erika A. V. de Almeida é Maria Padilha em “Maria, Simplesmente Maria” Quem achou que a história de Maria Padilha do espetáculo é igual a de Maria Padilha entidade espiritual das tendas de Umbanda, se enganou. “O nome Maria Padilha é uma homenagem minha. Mas escrevi a história do meu espetáculo diferente da história de Maria Padilha. A verdadeira história dessa entidade é pesada demais para um espetáculo teatral em Caxias-Maranhão”. – Relata Erika A. V. de Almeida. ENTENDENDO A HISTÓRIA:
Os pais de Maria Padilha trabalhavam em Madr
i para a família de Joaquin Martínez.
O pai de Maria Padilha ficou viciado em jogos e bebidas, obtendo uma dívida enorme, quitada por Joaquin para a seguinte chantagem: ou Maria Padilha casava-se com ele ou ele mandaria o pai da heroína para a cadeia. Com o casamento marcado, Joaquin vai fazer fortuna no Brasil, Maria Padilha apaixona-se por um homem, com ele relaciona-se e fica grávida. Ao tentar fugir o pai de Maria avisa-lhe que seu grande amor mandou-lhe um recado e fugiu. Sem saída, Maria Padilha ruma ao Brasil com Joaquin, ele ampara-lhe o filho e depois coloca a criança em um colégio interno. Ela adia o casamento por dez anos. Porém no dia fatídico, na viagem para assistir o casamento da filha, os pais dela sofrem um acidente e morrem. Daí começa a trama da peça.
ATO I:
Ao descobrir que os pais estão mortos, Maria Padilha foge com a criada Encarnacion, e vai refugiar-se no Hampton’s House – Um Café Society de 1890 no cenário carioca. Ela acredita que ele jamais a procurará lá. Sentindo-se segura, ele pede à criada para que resgate seu filho Mário no colégio interno e leve-o para a casa de uma amiga. Encarnacion, mesmo com medo, atende a patroa que estava decidida.


Porém Joaquin, que havia colocado um "capanga" para vigiar sua noiva, encontra-a. Daí Joaquin inicia sua tortura. Ela o desafia, não aceitando a imposição do casamento. Ele argumenta, sem sucesso. Vendo que a amada não cedia, ele ameaça-lhe com uma arma “ou ela iria com ele ou morreria”. Esperta, ele faz-se de doce, seduz Joaquin, rouba-lhe a arma, expulsa-o e depois foge. Encarnacion volta com a triste notícia de que Mário já estava no poder de Joaquin. Joaquin volta ao Café Society e depara-se com Encarnacion.
Furioso com a nova fuga de Maria Padilha, o obsessivo Dom Joaquin faz sua primeira vítima: Encarnacion morre. Maria Padilha volta ao Hampton’s House para reencontrar a criada e o filho. Lá Joaquin a encontra mais uma vez. Ela, sempre altiva, desafia-o, seduz os homens do lugar que ficam ouriçados pela “noivinha”, porém Joaquin tem uma arma: Mário Padilha. Pelo filho, ela cede aos caprichos de Joaquin, mas Eugene Hampton, dono do Café Society, por uma rixa antiga com o empresário, interfere, paga a dívida de Máriozito com Joaquin, regata o garoto e Maria Padilha fica “livre” de seu algoz. ATO II: Duas semanas depois. Maria Padilha estréia no Hamptons House. Ela faz duas amigas: a guerreira Maria Molambo, a índia Maria Ana; mas faz uma inimiga: a ambiciosa francesa Marie François.
Nesse ato Maria Padilha toma a defesa das cocotes que são constantemente humilhadas pelos cavalheiros. Ela desafia os costumes da época e consagra-se como grande estrela do Hampton’s House, o que enfurece Marie François. É nesse ato que Maria Padilha reencontra seu grande amor do passado, Juan Galhard, que agora é amante de Marie François e pai de sua filha de oito anos, Mriazinha. Filha de um cigano espanhol com uma argentina, Maria Padilha, em sua primeira apresentação, executa uma dança cigana, seduzindo os homens, fazendo-os brigar por ela. “Linda, linda, linda apresentação. Foi show” – Diz José Armando Reis Juan deixa visível à Marie François que ainda ama Maria Padilha, o que atiça ainda mais o ódio da perversa Marie que alia-se ao também perverso Joaquin para separar os amantes.
Nesse ato Juan descobre que Maria Padilha tem um filho, mas não desconfia que Mariozito seja também seu filho. ATO III
Inicia-se com a dança das Marias.
Procurou-se inovar e procurar o mais sedutor dos estilos para que as quatro Marias, juntas, pudessem atrair a atenção do público. "Fiquei tão impressionado com a dança das Marias que sonhei com ela de noite” – José Armando Reis – Teresina-Pi Estava fantástica aquela coreografia. Linda demais. Achei o máximo” – Moema Trindade, professora Timon-Ma. Depois disso, Joaquin e Juan enfrentam-se por Maria Padilha. Em meio a ofensas e ameaças, o clima fica tenso.
No meio, Maria Padilha tenta acalmá-los, ficando entre os dois.
A foto (abaixo), o momento que todos esperavam: Juan Galhard toma Maria Padilha nos braços e a beija. A galera enlouqueceu.
Essa foto é o início do conflito que se desenrola no tango dançado a três que o grupo chamou de Tango Trio..
Erika A. V. de Almeida (Maria Padilha), fica no meio de Maxwel Araújo (Juan Galhard) e Evandro Damasceno Jr. (Joaquin Martínez). Juan – Maria – Joaquin levantam a galera com esse show de dança e dramatização.
“O tango já é sedutor por si só, quanto mais no meio de uma interpretação que envolve um jogo de sedução” – diz a escritora da peça. Depois Juan e Padilha fazem a dança espanhola com alguns passos de “passo doble”enfureçendo Joaquin e Marie François. Ainda no ato III Maria Padilha e Juan Galhard descobrem que foram vítimas de uma armação de Jaquin para separá-los, onde o pai de Maria Padilha, ameaçado, teve que dispor da felicidade da filha. Aqui na foto é o momento que Joaquin ameaça o casal com uma navalha, ainda no ATO III.Juan também descobre que Mario (Mariozito) é seu filho. O casal, mais apaixonado do que nunca, combina fugir. Joaquin que tudo ouvira, tece seus planos e faz sua segunda vítima: a empregada Jupira, cuja culpa de sua morte recai sobre Juan Galhard.
ATO IV
O conflito da prisão de Juan, desespero de Maria Padilha, arrependimento de Marie François e Indira Nacchio, que ajudara Joaquin em seus perversos planos, arrepende-se e faz com que ele caia em uma armadilha. Com suas tramas descobertas, Joaquin vê que não tem mais nada a perder. Insano, ele faz sua terceira vítima: ndira Nacchio. O final dessa história você só saberá se assistir. Bjs. Espero vocês em Teresina, se Deus quiser. Que nossa apresentação seja abençoada por ele.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Grupo Teatral EAVA Fênix e CEFA - Centro de Ensino Facema promovem espetáculo Teatral

UMA OUTRA BARCA DO INFERNOMAIS UM SUCESSO DO GRUPO TEATRAL EAVA FÊNIX

O espetáculo de autoria de Erika A. V. de Almeida, professora de Artes Cênicas do Centro Educacional FACEMA - CEFA, e também dirigido pela mesma, foi apresentado no último dia 03/12/2010 no auditório da Facema.

Essa obra foi baseada na obra do teatrólogo portugu
ês GIL VICENTE, "O AUTO DA BARCA DO INFERNO".
CONHECENDO OS ATORES E AS PERSONAGENS
".Mais informações, fotos, comentários sobre as características do Teatro popular em: eavafenix.blogspot.com
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Artes Cênicas e o I Recital de Poesia

A disciplina de Artes Cênicas, ministrada pela proferssora ERIKA A. V. de ALMEIDA está realizando o I Recital de Poesias do CEFA.
O tema desse recital é "Poetas de Nossa Terra" e foram escolhidos os poetas: José Silva Fernandes (de Arari), Wybson Carvalho, Íris Mendes e Elizeu Arruda (os três caxienses).

OBJETIVOS GERAIS
1. Conhecer e valorizar a obra de escritores de nossa terra;
2. Estabelecer relação entre as informações de um texto poético;
3. Compreender discursos orais e escritos, reconhecendo suas diversas finalidades e as situações de comunicação em que se produzem;
4. Mobilização do aluno para o trabalho em grupo, de forma a valorizar as diferentes formas de pensar e produzir.
Objetivos Específicos
1. Habilitar o aluno para conhecer e compreender textos poéticos;
2. Desenvolver no aluno a habilidade de recitar e produzir textos poéticos;
3. Estimular a criatividade;
4. Promover o hábito de leitura.





POR QUÊ ARTES CÊNICAS E NÃO LITERATURA ou LÍNGUA PORTUGUESA


Porque RECITAR poesias não é FALAR a poesia decorada e sim DRAMATIZÁ-LA, por para fora o sentimento exposto pelo poeta. Por isso necessita-se do trabalho de Entonação de Voz, Postura, Expressão Corporal e Facial. Então é aí que entra o trabalho de Artes Cênicas.
Porem a professora Erika Almeida também é professora de Língua Portuguesa e Lite
ratura e já realizou trabalhos como esse no Colégio Caxiense há anos atrás.
Esse recital envolve os alunos do 1o e 2o Médios do CEFA que estão trabalhando duro para oferecer ao público caxiense um show de recital.

O Recital acontecerá no dia
3 de setembro de 2010, a partir das 19h00, no Auditório do CEFA.
AGUARDAMOS VOCÊS.