sábado, 2 de março de 2013

Professora de Artes Cênicas do CEFA, realiza ensaios de mesa



PAIXÃO DE CRISTO CEFA/COC
Professora de Artes Cênicas do CEFA- Centro Educacional Facema, Erika AV de Almeida, coordenando o ensaio de mesa.
A Disciplina de Artes Cênicas do Centro Educacional FACEMA (CEFA) vai realizar, pelo 2o ano consecutivo, o espetáculo "A Paixão de Cristo".

Nesse ano o personagem Jesus será vivido pelo aluno do 1o médio, João Victhor Veras, que também é ator do Grupo Teatral EAVA Fênix. João Victhor Veras está há oito anos no palco, atuando pela primeira vez quando tinha seis anos de idade, já participou de doze oficinas de teatro, tendo atuado duas vezes no "Teatro João Paulo II" e uma vez no "Theatro 4 de Setembro", ambos em Teresina.

A "dupla infernal" será composta por Roberto D'Ávilla (Aluno do 3o Médio) e Luísa Bronzeado (aluna do 8o Ano). Roberto, que no espetáculo anterior fez Jesus, agora viverá o Diabo Dourado. Luísa, que até agora só havia vivido personagens politicamente corretos, nesse espetáculo encarnará o Diabo Prateado.


O ESPETÁCULO SERÁ COM ÁUDIO GRAVADO

O áudio desse espetáculo será gravado porque muitos dos alunos que participarão acabaram de entrar na escola e estão tendo suas primeiras aulas de artes cênicas. Assim ainda não houve tempo de trabalhar dicção, entonação de voz, e trabalhar os atores para falarem alto, uma vez que acústica do auditório da Facema ainda não está adaptado para apresentação de peças teatrais.

Para isso, o texto foi entregue aos atores com antecipação. Primeiro haverá ensaios de mesa antes das gravações de vozes.


O QUE É ENSAIO DE MESA?

Tipo de Ensaio que os atores leem o texto e debatem,sob a orientação do diretor, aspectos da evolução dramática e do enredo e as situações, os objetivos e as características dos personagens, além de temas e significados emocionais e intelectuais propostos. Também fazem parte dos ensaios de mesa esclarecimentos sobre os demais recursos da linguagem cênica. Esta etapa é fundamental para estruturar o processo de encenação de uma peça. 
(VASCONCELOS, Luiz Paulo.  Dicionário de Teatro - 6a ed. Porto Alegre, RS: L&M Pocket. 2010.)

ALUNOS DO CEFA/COC FAZEM ENSAIO DE MESA

Sob a orientação da professora de Artes Cênicas e Diretora do espetáculo "A Paixão de Cristo CEFA/COC", Erika AV de Almeida, nos dias 25, 26, 27 e 28 de fevereiro de 2013 os alunos realizaram os ensaios de mesa.
Professora Erika AV de Almeida repassando o texto com os alunos.
 Primeiro todos fizeram a leitura do roteiro.


Depois Erika AV de Almeida explicou as ideias que teve ao escrever cada cena. 


Ela explicou cena por cena procurando dar aos alunos uma visão do que seria cada parte do espetáculo.
Professora de Artes Cênicas e Diretora do espetáculo, Erika AV de Almeida explicando como é o espetáculo para que eles pudessem construir seus personagens.

Erika AV de Almeida também mostrou relevantes aspectos da evolução dramática do texto, uma vez que ela o escreveu baseada em outros textos da mesma história.
 A professora e diretora do espetáculo ainda trabalhou as motivações das cenas...
 ... as situações da trama e as características dos personagens.

Após isso, os alunos passaram a fazer a leitura em voz alta para já ir trabalhando as entonações.

João Victhor Veras, que fará Jesus, trabalhava um tom, ora brando, ora com dor e tristeza, nas mudanças de cena de Jesus.

O trabalho mais difícil é com Jesus no horto das Oliveiras. Aqui Erika AV de Almeida deu muitas "pinceladas" na entonação do ator.
 Luísa Bronzeado, que fará o Diabo Prateado, foi instruída a dar uma entonação calma e sensual.
 Roberto D'Ávilla, que vive o Diabo Dourado na peça, foi ensinado a dar um tom de voz mais sombrio.
 Carlos Eduardo Mesquita, que fará Judas Iscariotes, também teve as motivações de seu personagem explicado para que ele soubesse que tom poderia dar ao personagem em cada cena.


Os alunos que viverão os Apóstolos se reuniram no dia 26 para repassar as entonações de suas cenas.
 Após vários debates, cada um conseguiu encaixar seu tom ao seu personagem.
 Na ocasião aconteceram algumas mudanças:

Antônio Bruno Cunha assumiu o papel do "Apóstolo Tiago" no lugar de Diego Reis Veras, e Carlos Eduardo Assunção assumiu o lugar do "Apóstolo André", no lugar de João Gabriel.


Euller Mendes ficou com o papel do "Apóstolo João" no lugar de Patrick Silva Paula. 


Esse ano, Caifás será vivido por Adriano Penha que teve brilhante no ano passado como Sacerdote. Adriano que, como João Victhor Veras, é ator do Grupo Teatral EAVA Fênix, são os mais experientes entre a galera.


"Para mim, não se pode iniciar os ensaios ou fazer uma gravação pulando essa etapa do ensaio de mesa. Como diz Luiz Paulo Vasconcelos, ela é fundamental para estruturar o processo de encenação de uma peça. Deixar para trabalhar entonações na hora da gravação ou no dia do ensaio em si deixa o processo mais desgastante e com um resultado abaixo do que se pode esperar." - Comenta Erika AV de Almeida.


"A galera entendeu a importância do ensaio de mesa e mandou muito bem." - Continua comentando Erika AV de Almeida.

Confira as fotos:

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

quarta-feira, 2 de maio de 2012

MÓDULO II
DIREÇÃO DE TEATRO, DIREÇÃO DE ATOR, DIREÇÃO DE CENA
Texto: Régis Costa de Oliveira

DIREÇÃO DE TEATRO
A figura do diretor de teatro, administrador ou artista encenador, contribui grandemente não só para a gestão, mas também para a estética dos espetáculos.

O diretor está ali para lembrar que a administração é parte integrante da criação: não apenas em relação ao orçamento de funcionamento, mas ainda quanto à programação; o diretor tenderá naturamente a propor assinaturas que assegurem uma temporada tranquila; recomendará exigências para peças ou estilos já comprovados; só assumirá compromisso com coproduções rentáveis - são vários os imperativos econômicos que se imporão às jovens companhias ou aos encenadores. Dessa forma, a política cultural não mais garante a sobrevivência à arte, mesmo que mediana.


DIREÇÃO DE ATOR (OU ELENCO)
A direção de ator (elenco) é a maneira pela qual o encenador guia aconselha seus atores, desde os primeiros ensaios até os ajustes feitos durante a apresentação pública do espetáculo.(Direção de Ator ou Elenco: Erika AV de Almeida dirigindo a atriz Elisabeth Pereira)

Esta noção, por sua vez tênue e indispensável, diz respeito à relação individual, tanto pessoal quanto artística, que se estabelece entre o mestre de obra e seus intérpretes: relação pessoal muitas vezes ambígua, que só acontece no teatro ocidental, sobretudo realista e psicológico, em que o ator procura a identidade de sua personagem a partir de si próprio, como um "trabalho do ator sobre si mesmo". Para se compreender o fundamento desta noção e sua importância na encenação, é preciso abster-se de reduzi-la a uma relação psicológica e anedótica afim de se tentar apreender seu método e propor uma teoria geral dela.(Direção de Ator: Erika AV de Almeida dirige o ator Roberto D'Ávilla no ensaio do espetáculo "A Paixão de Cristo")

O diretor que trabalha seus atores em um grupo fixo tem, ao longo do tempo de suas montagens, um elenco que já o oferece subsídios que facilitam seu trabalho, ao contrário de diretores que recebem atores somente para aquele espetáculo X; este encontra-se em situações difíceis especialmente em se tratando de falta de tempo para tentar limpar de seus atores vícios adquiridos através de outros trabalhos.No decorrer da montagem, o encenador testa sua distribuição de papéis, verifica as aptidões de seus atores, inventa exercícios básicos que os introduzem, sem que perceba, na obra a ser representada.Erika AV de Almeida (direção de ator) fazendo colocações para a distribuição de papéis.
O encenador organiza longas jornadas de leituras, explica as opções de interpretações, prepara a dicção do texto, faz reflexões sobre as motivações dos personagens para buscar maneiras pessoais de cada um se comportar ("o que eu faria se...").Às vezes, ao contrário, o diretor propõe uma neutralidade vocal e entonativa da leitura, para não fechar a compreensão do texto.
O diretor de ator (elenco) decidirá se, até mesmo, faz trabalho que são pontas de ensaios: "sem exposição preliminar, o pensamento deve desenvolver-se pelo exame da escolha entre tal gesto ou aquele outro, escolha às vezes dramática, objeto de comentário por meio de uma conversa perpétua no palco".
(Direção de Ator: Erika AV de Almeida dirigindo o ator Júlio Tinôco)
Os conselhos do diretor quanto à construção dos personagens são necessários ao ator para ele poder "entrar" na personagem, para apreender as motivações, para utilizar as características de sua persona "exterior e interior" e para sugerir a construção do papel. Tarefa imensa que, felizmente, se subdivide em tarefas parciais:
a. ater-se ao objetivo de uma cena ou da peça;
b. encontrar um "à vontade" vocal, gestual e comportamental;

c. regular a distância ou a proximidade da personagem;

d. cuidar da legibilidade e da beleza da gestualidade;

e. decidir o ritmo exterior das ações físicas visíveis e o ritmo interior vinculado ao subtexto;

f. ajudar o ator a encontrar sua partitura e
a subpartitura que a carrega etc.
O diretor deve apoiar o ator, saber tranquilizá-lo, compreendê-lo e contê-lo.Erika AV de Almeida e Roberto D'Ávilla (Jesus) após quatro horas de ensaio e o cansaço já tomava conta de todos.

O diretor sempre descobre em seu ator um indivíduo complexo, apto a inúmeras tarefas, de poderes insuspeitádos: ele tem a perspectiva individual da personagem, mas também a compreensão do conjunto da peça, a contribuição individual de traços pertinentes, mas também a submissão aos objetivos do conjunto da encenação
.
Deste modo, o ator é, necessariamente, um ator-criador, um ator que se insere num projeto, porém contribuinptoado para ele com elementos que só ele pode trazer.
DIREÇÃO DE CENA
Após a conscientização da necessidade do controle global dos meios artísticos, o diretor de cena cindiu-se em encenador e diretor de cena no sentido atual de responsável pelo palco.DIREÇÃO DE CENA: Erika AV de Almeida comandando a posição dos atores para a iluminação nos ensaios do espetáculo "A Paixão de Cristo"

O diretor de cena é reponsável principalmente pela sonoplastia, iluminação e contrarregragem (a direção geral de cena consiste em coordenar as diversas responsabilidades).ACIMA: (DIREÇÃO DE CENA) Erika AV de Almeida conferindo a trilha sonora do espetáculo "A Paixão de Cristo" com Luiz Fernando Lima.
ABAIXO: (DIREÇÃO DE CENA) orrganizando e avaliando o figurino de Geraldo Vilanova

quarta-feira, 14 de março de 2012

Módulo II - A Direção

DIREÇÃO DE TEATRO

A figura do Diretor de Teatro, administrador ou artista encenador, contribui grandemente não só para gestão, mas também para a estética dos espetáculos. O diretor de teatro está ali para nos lembrar que a administração é parte integrante da criação: não apenas em relação ao orçamento de funcionamento, mas ainda quanto à programação; o diretor tenderá naturalmente a propor assinaturas que assegurem uma teporada tranquila; recomendará exigências para as peças ou estilos já comprovados. O diretor só assumirá comproisso com coproduções rentáveis - são vários os imperativos econõmicos que imprão às jovens companhias ou aos encenadores. Dessa forma, a política cultural não mais garante a sobrevivência à arte, mesmo que mediana.

DIRETOR DE ATOR (ELENCO)

A direção de ator é a maneira pela qual o encenador guia e aconselha seus atores, desde os primeiros ensaios até os ajustes feitos durante a apresentação pública do espetáculo.

Esta noção, por sua vez tênue e indispensável, diz respeito à relação individual, tanto pessoal quanto artística, que se estabelece entre o mestre de obra e seus intérpretes: relação pessoal e muitas vezes ambígua, que só acontece no teatro ocidental, sobretudo realista e psicológico, em que o ator procura a identidade de sua personagem a partir de si próprio, coo um "trabalho do ator sobre si mesmo".

Para se compreender o fundamento desta noção e sua importância na encenação, é preciso abster-se de reduzi-la a uma relação psicológica e anedótica, a fim de se tentar apreender seu método e propor uma teoria geral dela.

O diretor que trabalha seus atores em um grupo fixo tem, ao longo do tempo de suas montagens, um elenco que já o oferece subsídios que facilitam seu trabalho, ao contrário de diretores que recebem atores somente para aquele espetáculo X; este encontra-se em situações difíceis especialmente em se tratando de falta de tempo para tentar limpar de seus atores vícios adquiridos. No decorrer da montagem, o encenador testa sua distribuição de papéis, verifica as aptidões de seus atores, inventa exercícios básicos que os introduzem, sem que perceba, na obra a se representada. O encenador organiza longas jornadas de leituras, explica as opções de interpretações, prepara a dicção do texto, faz reflexões sobre as motivações dos personagens para buscar maneiras pessoais de cada um se comportar (“o que eu faria se...”). Às vezes, ao contrário, o diretor propõe uma neutralidade vocal e entonativa de leitura, para não fechar a compreensão do texto. O diretor decidirá se, até mesmo, faz trabalhos que são pontas de ensaios: “sem exposição preliminar, o pensamento deve desenvolver-se pelo exame da escolha entre tal gesto ou aquele outro, escolha às vezes dramática, objeto de comentário por meio de uma conversa perpétua no palco”.

Os conselhos do diretor quanto à construção dos personagens são necessários ao ator para ele poder “entrar” na personagem, para apreender as motivações, para utilizar as características de sua persona “exterior e interior” e para sugerir a construção do papel. Tarefa imensa que, felizmente, se subdivide em tarefas parciais: ater-se ao objetivo global de uma cena ou da peça; encontrar um “à vontade” vocal, gestual e comportamental; regular a distância ou a proximidade da personagem; cuidar da legibilidade e da beleza da gestualidade; decidir o ritmo exterior das ações físicas visíveis e o ritmo interior vinculado ao subtexto; ajudar o ator a encontrar sua partitura e a subpartitura que a carrega etc. o diretor deve apoiar o ator, saber tranqüilizá-lo, compreendê-lo e contê-lo. O diretor sempre descobre em seu ator um indivíduo complexo, apto a inumeráveis tarefas, de poderes insuspeitados: ele tem a perspectiva individual da personagem, mas também a compreensão do conjunto da peça, a contribuição individual de traços pertinentes, mas também a submissão aos objetivos do conjunto da encenação. Deste modo, o ator é, necessariamente, um ator-criador, um ator que se insere num projeto, porém contribuindo para ele com elementos que só ele pode trazer.

DIREÇÃO DE CENA

Após a conscientização da necessidade do controle global dos meios artísticos, o diretor de cena [1]cindiu-se em encenador e diretor de cena no sentido atual e responsável pelo palco, principalmente quanto ao som, à luz e à contrarregragem (a direção geral de cena consiste em coordenar as diversas responsabilidades).




[1] Cindiu-se: cortou-se, separou-se, dividiu-se

quarta-feira, 7 de março de 2012

MÓDULO II - A DIREÇÃO

Direção

DIREÇÃO DE TEATRO

A figura do diretor de teatro, administrador ou artista encenador nomeado pelo governo, contribui grandemente não só para gestão, mas também para a estética dos espetáculos. O diretor está ali para nos lembrar que a administração é parte integrante da criação: não apenas em relação ao orçamento de funcionamento, mas ainda quanto à programação; o diretor tenderá naturalmente a propor assinaturas que assegurem uma temporada tranqüila; recomendará exigências para as peças ou estilos já comprovados; só assumirá compromisso com coproduções rentáveis – são vários os imperativos econômicos que se imporão às jovens companhias ou aos encenadores. Dessa forma, a política cultural não mais garante a sobrevivência à arte, mesmo que mediana.

DIREÇÃO DE ATOR (ELENCO)

A direção de ator é maneira pela qual o encenador guia e aconselha seus atores, desde os primeiros ensaios até os ajustes feitos durante a apresentação pública do espetáculo. Esta noção, por sua vez tênue e indispensável, diz respeito à relação individual, tanto pessoal quanto artística, que se estabelece entre o mestre de obra e seus intérpretes: relação pessoal e muitas vezes ambígua, que só acontece no teatro ocidental, sobretudo realista e psicológico, em que o ator procura a identidade de sua personagem a partir de si próprio, como um “trabalho do ator sobre si mesmo”. Para se compreender o fundamento desta noção e sua importância na encenação, é preciso abster-se de reduzi-la a uma relação psicológica e anedótica, a fim de se tentar apreender seu método e propor uma teoria geral dela.

O diretor que trabalha seus atores em um grupo fixo tem, ao longo do tempo de suas montagens, um elenco que já o oferece subsídios que facilitam seu trabalho, ao contrário de diretores que recebem atores somente para aquele espetáculo X; este encontra-se em situações difíceis especialmente em se tratando de falta de tempo para tentar limpar de seus atores vícios adquiridos. No decorrer da montagem, o encenador testa sua distribuição de papéis, verifica as aptidões de seus atores, inventa exercícios básicos que os introduzem, sem que perceba, na obra a se representada. O encenador organiza longas jornadas de leituras, explica as opções de interpretações, prepara a dicção do texto, faz reflexões sobre as motivações dos personagens para buscar maneiras pessoais de cada um se comportar (“o que eu faria se...”). Às vezes, ao contrário, o diretor propõe uma neutralidade vocal e entonativa de leitura, para não fechar a compreensão do texto. O diretor decidirá se, até mesmo, faz trabalhos que são pontas de ensaios: “sem exposição preliminar, o pensamento deve desenvolver-se pelo exame da escolha entre tal gesto ou aquele outro, escolha às vezes dramática, objeto de comentário por meio de uma conversa perpétua no palco”.

Os conselhos do diretor quanto à construção dos personagens são necessários ao ator para ele poder “entrar” na personagem, para apreender as motivações, para utilizar as características de sua persona “exterior e interior” e para sugerir a construção do papel. Tarefa imensa que, felizmente, se subdivide em tarefas parciais: ater-se ao objetivo global de uma cena ou da peça; encontrar um “à vontade” vocal, gestual e comportamental; regular a distância ou a proximidade da personagem; cuidar da legibilidade e da beleza da gestualidade; decidir o ritmo exterior das ações físicas visíveis e o ritmo interior vinculado ao subtexto; ajudar o ator a encontrar sua partitura e a subpartitura que a carrega etc. o diretor deve apoiar o ator, saber tranqüilizá-lo, compreendê-lo e contê-lo. O diretor sempre descobre em seu ator um indivíduo complexo, apto a inumeráveis tarefas, de poderes insuspeitados: ele tem a perspectiva individual da personagem, mas também a compreensão do conjunto da peça, a contribuição individual de traços pertinentes, mas também a submissão aos objetivos do conjunto da encenação. Deste modo, o ator é, necessariamente, um ator-criador, um ator que se insere num projeto, porém contribuindo para ele com elementos que só ele pode trazer.

DIREÇÃO DE CENA

Após a conscientização da necessidade do controle global dos meios artísticos, o diretor de cena cindiu-se em encenador e diretor de cena no sentido atual e responsável pelo palco, principalmente quanto ao som, à luz e à contrarregragem (a direção geral de cena consiste em coordenar as diversas responsabilidades).



[1] Cindiu-se: cortou-se, separou-se, dividiu-se

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Relatório Alunos CEFA:

Relatório para alunos do CEFA:

01. Capa
02. Contra-Capa
03. Sumário
04. INTRODUÇÃO - Relato geral do que foi o evento e a importância;
05. DESENVOLVIMENTO:
  • Em um texto de 25 linhas digitadas, o aluno deverá dizer a qual gênero teatral o espetáculo assistido se enquadra, explicar o que é aquele gênero e justificar através de narração sobre algumas partes do espetáculo.
  • Análise dos elementos teatrais: analisar o cenário, a caracterização, ver se, dentro das possibilidades, conseguiu repassar realidade. O que faltou? Como você produziria o cenário? (Texto de 15 linhas)
  • Analise a interpretação dos atores e como foi a abordagem do tema (Texto de 25 linhas)
06. CONCLUSÃO: o que você aprendeu e se foi válida a apreseentação e o porquê.

Datas de Entrega: Nas aulas da próxima semana.

Vídeo com trecho do ensaio:
http://www.youtube.com/watch?v=IjzHjlxrkog&feature=youtu.be

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

GÊNEROS TEATRAIS

Alunos do CEFA (Centro Educacional Facema) apresentaram hoje (14/02/2012) suas performances como complemento da parte teorica, na disciplina de Artes Cênicas, ministrada pela professora Erika AV de Almeida.
O conteúdo visto na aula passada foi "Gêneros Teatrais" com explanação sobre o conteúdo e amostra de vídeos.
Como os alunos do 2o médio já veem a disciplina de Artes Cênicas desde o ano passado, e no final do ano já fizeram apresen
tações teatrais sobre o comando de Erika Almeida, ela colocou a tarefa de casa na parte prática."Meus meninos são bons. E entre eles tenho 03 atores do EAVA Fênix: Nilcilane Araújo, Roberto Dávila e Marina Gaspar. Fiz o que Gildo Lustosa me aconselhou e joguei a proposta, deixando que eles me surpreendessem. Deu certo."Os alunos novatos foram inseridos com o pessoal veterano. Todos se ajudaram.
A PROPOSTA
Elaborar uma performance através de música, sem texto prévio, que representasse algum gênero teatral (Drama - romace, Tragédia, Comédia, Musical). Os Gêneros foram distribuidos através de sorteio.
(ACIMA:Roberto Dávila - ator do EAVA Fênix)
Nilcilane Araújo (atriz do EAVA Fênix) - Riso garantido.
EULLER (Aluno novato, já inserido na comédia)O VÍDEO DESSA ATIVIDADE VOCÊ CONFERE NO
www.youtube.com/user/nairobicap
Outras fotos você encontra no facebook do EAVA FÊNIX


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