segunda-feira, 6 de junho de 2011

VITÓRIA! VITÓRIA! VITÓRIA!

PALAVRA DE QUEM TEM CACIFE E COMPETÊNCIA PARA COMENTAR

MANECO NASCIMENTO, diretor de teatro e diretor do Teatro Municipal João Paulo II comenta o Espetáculo "Maria, Simplesmente Maria"

O Grupo Teatral Eava Fênix apresentou sua melhor prática de iniciação da cena proposta, no palco do Teatro Municipal João Paulo II. A montagem vinda de Caxias, no Maranhão, “Maria, simplesmente Mariamostrou sua força de expressão dia 28 de maio de 2011, às 19 horas.

Com texto e direção geral de Erika a. V. de Almeida, a peça desliza por crônica ligeira de cabaré society do século 19, em dias de Brasil a novas imigrações e reunião de línguas diversas, acorridas ao novíssimo mundo tropical.

Em ambiente de “rendez vouz” ao abrigo de fantasias dos barões do café e toda uma aristocracia sedenta de sexo, as vidas comezinhas de cocotes e mulheres outras traficadas para o necio dos prazeres, é que o enredo quente cruza o destino de quatro Marias e seus amores disputados.

A construção dramatúrgica textual não peca pela ausência de informações, peca por excessos.

A atriz que interpreta Maria Molambo, a africana, ex-escrava que exercita a própria liberdade no cabaré, precisa trabalhar melhor sua personagem para que ela fique mais convincente. Também precisa dar mais energia a dança africana para dar credibilidade a manifestação de ritos africanos dos quais ela faz parte.

Maria Ana, a índia traficada da selva amazônica para atender a capricho do Barão, chega sob uma construção da personagem de performance sem muita vida, não há muita verdade do universo gentio. Contudo personagem tem um grande crescimento quando o guerreiro, seu amor, vem resgatá-la da selva de pedra.

A atriz que interpreta Marie François apresenta um sotaque francês satisfatório que sustenta até o fim. Porém precisa ter mais cuidados com os gritos e dar menor dramaticidade para que sua personagem alce melhores cenas.

Maria Padilha, a espanhola, na pele de Erika Almeida, consegue ser destacável do início ao fim. A atriz apresenta uma maturidade natural e consegue contracenar quase o tempo inteiro em que presente na cena.

Erika Almeida segura o espetáculo, quase a carregar a densidade óbvia sobre as costas da boa intenção de não deixar a cena morrer.

A economia e maturidade, mesmo no dramalhão por vezes aquecido ao enredo, estão melhor aplicadas na intérprete de Maria Padilha.

Também têm desenvoltura significante o ator que compõe o Joaquim Martínez, personagem passional e amante extremo e o que dá vida a Juan Galhard, este último intérprete tem mais tranqüilidade de apresentar sua construção de ator para a personagem.

De modo geral o elenco é muito jovem, com pouca experiência de palco.

Os pontos mais fortes do espetáculo, as coreografias de disputa da mulher amada, centro do furacão do triângulo amoroso.

Os atores, de sangue quente, expressam toda a verdade de sangue espanhol possibilitado. Os olhos, os corpos e a energia existentes dão o maior convencimento ao ato de fingimento proposto.

Como explicou Erika Almeida, o novo elenco trazido a Teresina teve pouco tempo de ensaio. Mesmo com as deficiências visíveis, os intérpretes deMaria, simplesmente Maria”, que compõem grupo envolvente de crianças, adolescentes e jovens se aliam numa força comum e defendem sua obra com toda a dignidade possível.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

É hora de comemorar.

NADA MUDARÁ O FATO DE QUE O EAVA FÊNIX ESTÁ FAZENDO A HISTÓRIA DO TEATRO DE CAXIAS.
VITÓRIA! VITÓRIA! VITÓRIA!MATÉRIA DO JORNAL MEIO NORTE (CADERNO DE CULTURA):
Vai lá conferir!
Com texto de Erika A. V. de Almeida, o espetáculo mostra os caminhos de mulheres que vieram da África, França e Espanha e se encontraram com as feministas do Brasil.
ESPETÁCULO DESVENDA
MISTÉRIOS DA
S MULHERES
"Maria, Simplesmente Maria" é o espetáculo que o Grupo Teatral EAVA Fênix apresentou no dia 28 de maio, às 19h00 Teatro Municipal João Paulo II.Escrito e dirigido por Erika A. V. de Almeida, "Maria, Simlesmente Maria" tem como enredo o destino de quatro mulheres. Quatro pátrias para quatro Marias.Nos caminhos do feminino, a África vem pela força de Maria Molambo, uma corajosa guerreira trazida ao Brasil ainda no colo materno, e que acaba numa senzala.A Espanha é representada pela bela Maria Padilha.Da França os dotes de ambição, futilidade e egoísmo corporificam Marie François.E de sangue brasileiro, tem-se a índia Maria Ana, trazida das selvas amazônicas para servir de fetiche a um perverso barão.Em um universo de tráfico de mulheres e exploração sexual se ilustra cenário de um famoso cabaré carioca onde é urdido o triângulo amoroso composto por Joaquin Martínez, o obsessivo, violento e apaixonado, capaz de tudo para manipular o destino da espanhola Maria Padilha.O terceiro vértice é Juan Galhard que fecha a trama encetada de paixões de Espanha.Com a queda da escravidão no Brasil, Maria Molambo vai parar no cabaré. Entre perseguições sofridas pelo antigo dono e um novo mundo de dependência, e ex-escrava conhece a valente Maria Ana.Misturadas de nacionalidades em contexto de intensa imigração, abertura de fronteiras para o sonho de fazer fortuna, é nesse mix de relações étnicas que se formata a raça brasileira traçada na dramaturgia de Erika de Almeida.Como o Brasil é recheado de bom humor, no espetáculo dramático há ainda a válvula de escape na pele do coreógrafo Dadá e suas confusões com Bocão, um beato que trabalha no cabaré.

É hora de comemorar.

NADA MUDARÁ O FATO DE QUE O EAVA FÊNIX ESTÁ FAZENDO A HISTÓRIA DO TEATRO DE CAXIAS.
VITÓRIA! VITÓRIA! VITÓRIA!MATÉRIA DO JORNAL MEIO NORTE (CADERNO DE CULTURA):
Vai lá conferir!
Com texto de Erika A. V. de Almeida, o espetáculo mostra os caminhos de mulheres que vieram da África, França e Espanha e se encontraram com as feministas do Brasil.
ESPETÁCULO DESVENDA
MISTÉRIOS DA
S MULHERES
"Maria, Simplesmente Maria" é o espetáculo que o Grupo Teatral EAVA Fênix apresentou no dia 28 de maio, às 19h00 Teatro Municipal João Paulo II.Escrito e dirigido por Erika A. V. de Almeida, "Maria, Simlesmente Maria" tem como enredo o destino de quatro mulheres. Quatro pátrias para quatro Marias.Nos caminhos do feminino, a África vem pela força de Maria Molambo, uma corajosa guerreira trazida ao Brasil ainda no colo materno, e que acaba numa senzala.A Espanha é representada pela bela Maria Padilha.Da França os dotes de ambição, futilidade e egoísmo corporificam Marie François.E de sangue brasileiro, tem-se a índia Maria Ana, trazida das selvas amazônicas para servir de fetiche a um perverso barão.Em um universo de tráfico de mulheres e exploração sexual se ilustra cenário de um famoso cabaré carioca onde é urdido o triângulo amoroso composto por Joaquin Martínez, o obsessivo, violento e apaixonado, capaz de tudo para manipular o destino da espanhola Maria Padilha.O terceiro vértice é Juan Galhard que fecha a trama encetada de paixões de Espanha.Com a queda da escravidão no Brasil, Maria Molambo vai parar no cabaré. Entre perseguições sofridas pelo antigo dono e um novo mundo de dependência, e ex-escrava conhece a valente Maria Ana.Misturadas de nacionalidades em contexto de intensa imigração, abertura de fronteiras para o sonho de fazer fortuna, é nesse mix de relações étnicas que se formata a raça brasileira traçada na dramaturgia de Erika de Almeida.Como o Brasil é recheado de bom humor, no espetáculo dramático há ainda a válvula de escape na pele do coreógrafo Dadá e suas confusões com Bocão, um beato que trabalha no cabaré.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

FIGURINO

ESPETÁCULO "A HISTÓRIA DE HIPÓLITO"
de Erika A. V. de Almeida
baseada na obra de Eurípedes.

Roupa de Hera na cor Prata e Ouro


Maquiagem de Atena
ARES
HADES
(Hades usa tridente e não espada)
DEMÉTER
ÉRIS
HERMES
ARTEMIS
CALÍOPE - Musa da Poesia
Soldados