Sandra Kezen (2004), afirma que para a leitura ter sucesso na escola, essa iniciativa deve partir do educador. Ela ainda cita que:
A professora Joseane Maia(2005, p. 3) em seu artigo denominado “Leitura:Teoria e Prática” feito
Ela vai mais adiant
É a leitura que transforma o aluno, preenche-o de ideais, traz sentimentos, traz conhecimentos e, por que não, o léxico em si.
Mas será que a falta de uma prática voltada para o trabalho de leitura, substituíndo o repasse excessivo de regras gramáticais, é culpa somente do professor ? Até que ponto os alunos estão prontos para interagir a uma prática nova, onde a leitura é o carro-c
O segundo levantamento que iremos fazer é : por que nossos alunos não gostam de ler ?
(PONGETTI, Jornal O Estado de São Paulo)
Apesar de vários esforços, nossos alunos sempre têm aquele “horror” a ler ou, como foi dito acima, “não suportam ler na escola”. O que dirá escrever em sala de aula ou em casa. O que estamos fazendo de errado? Como Pinho (2004) afirma, estamos deixando de percorrer o trilho Estimulo – Motivação. E nesse ato falho deixamos de fazer nossos alunos c
Como a professora Erika A. V. de Almeida já trabalha com TEATRO e ministra a disciplina de ARTES CÊNICAS NO CEFA, ela resolveu levar aos alunos uma proposta diferente de leitura, trazendo, ao mundo dos estudantes, os grandes clássicos, e melhor, de uma forma que eles gostam: Através da DRAMATIZAÇÃO e da MÚSICA.
1. Os Terceiros Médios A, B e C deveriam ler grandes clássicos literários, tanto da literatura brasileira e portuguesa que não foram lidos no ano passado. Amor de Perdição, Iracema, O Guarani, Senhora, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Quincas Borba, O Primo Basílio, O Cortiço, Casa de Pensão, Os Sertões, O triste fim de Policarpo Quaresma, Sítio do Pica-Pau Amarelo e Macunaíma;
2. Nesse projeto, cada grupo deveria ler a obra que fora escolhida para sua equipe, resumir , selecionar dois capítulos para dramatizar e escolher uma trilha sonora para os protagonista
3. “É a melhor forma de incentivar a leitura dos alunos.” – Diz Erika A. V. de Almeida, e completa – “Imagine hoje, com a internet, Playstation, Filmes, a era Crepúsculo e Harry Potter o aluno ter vontade de ler um romance que não se encaixa com sua realidade, o vocabulário é incompatível e muitos outros fatores. Para realizar esse projeto só trabalhando como dramatização. Eles gostam. Ainda teve um incentivo a mais: os melhores atores teriam vaga garantida no EAVA FÊNIX. Aí foi uma festa. Fora isso o professor Nerval valoriza esse tipo de trabalho que realizo desde o ano passado. O sucesso disso são vários alunos com nota máxima em português no
Foi uma festa! As trilhas sonoras variaram de músicas clássicas ao calipso. Os alunos adoram música e teatro.
Muitos fizeram adaptações das obras, o que é válido. Além de leitura, dramatização, eles trabalham a produção textual.
As aulas de gramática são necessárias, mas, como afirmado anteriormente,
“O professor Nerval preza pela qualidade do ensino no CE Thales Ribeiro Gonçalves, tudo que pode acrescentar para a melhoria do aprendizado dos alunos ele apóia. Muitos o conhecem como um homem exigente. Exigente sim, mas não é um bicho como muitos pregam. Ele também apóia àqueles que ele vê que estão motivados a dar o melhor de si na tarefa de ed
As fotos falam por si. Elas mostram a dedicação e a satisfação deles em reali







